terça-feira, 12 de setembro de 2017

Tenho tanto sentimento - Fernando Pessoa:

Tenho tanto sentimento 
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.


domingo, 10 de setembro de 2017

Duas receitas de "Margaritas"... Pense!

Margarita “Los Amigos”

Los amigos

O mel é um afrodisíaco comprovado pela ciência. Ele aumenta o efeito da testosterona e também ajuda a metabolizar o estrogênio, o hormônio feminino.

Ingredientes:
  • 60 ml de tequila prata
  • 60 ml de licor de mel
  • 30 ml de suco de laranja
  • Canela em pó
  • 1 pauzinho de canela
  • 1 fatia de laranja

Preparo:
Em uma coqueteleira, adicione gelo, a tequila, o licor e o suco e misture bem e coloque em um copo. Para decorar, antes de colocar a mistura no copo, polvilhe as bordas dele com canela. Coloque ainda uma fatia de laranja na borda e o pauzinho de canela dentro da bebida.


Margarita de Baunilha

Margarita de baunilha

Esta bebida é para quem gosta de bebidas doces, mas que não sejam doces demais, 
como as bebidas que levam chocolate. 
A baunilha é saborosa e dá um aspecto mais atraente para a pele.

Ingredientes:
  • 1.5 partes de licor de baunilha
  • 2 partes de tequila prata
  • 1 parte de suco de limão

Preparo:
Apenas misture todos os ingredientes em uma coqueteleira com gelo e despeje no copo.

sábado, 9 de setembro de 2017

Dica de Presente by Paloma Aimée Ferreira!

Amei esse organizador em formato de cranio, design de Rosie Upright, ideal para guardar óculos, telefone celular, relógio, moedas e o conteúdo dos bolsos. Eu quero para manter a parafernália em um só lugar.



http://www.suck.uk.com/products/stuff-tidy/

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Coisas de Aimée - Por Resiliência Humana:

"Dizem que um café é um abraço oferecido em uma xícara, por isso, quem o ama de verdade irá prepará-lo doce e bem quente para que você encontre alívio e desate o nó dos seus problemas. Quando você tomar o primeiro gole, parte das penas terão se desfiado, como o vapor que escapa dessa bebida fabulosa, obscura e vital.
Muitas vezes comentamos que a vida é isso que começa depois de uma boa xícara de café. É exatamente isso que as pessoas nos mosteiros do Iêmen no século XV deveriam pensar quando, segundo diversos documentos históricos, começaram a moer os grãos para obter uma bebida extraordinária a que chamaram de qahhwat al-bun (vinho do café) e que mais tarde foi abreviada para qahhwat (café).
“O café ajuda quem dorme pouco e sonha muito.”
Ninguém ficou indiferente aos seus efeitos desde o seu descobrimento, à sua ação revitalizante, à essa energia tão bem-vinda e a esse aroma embriagador capaz de criar verdadeiros viciados em cafeína. Seu efeito foi tão inquietante que, quando chegou à Europa no século XVII, os sacerdotes católicos não duvidaram em chamá-la “a amarga invenção de Satanás”.
Na atualidade, essa bebida “diabólica” é uma parte indiscutível da nossa alimentação cotidiana. Também é motivo de um ritual quase mágico sobre o que se constrói uma série de dinâmicas psicológicas, dotadas de benefícios incríveis para a nossa saúde física e emocional.
Hoje, no nosso artigo, queremos refletir sobre elas. Quer nos acompanhar?
O café e a depressão
O café não traz a felicidade, mas gera as condições ideais para que possamos experimentá-la. Essa ideia pode parecer um pouco exagerada, mas basta analisar uma série de dados para chegar a essa mesma conclusão. Segundo um estudo publicado em 2011 nos “Archives of Internal Medicine“, o consumo regular de café (cerca de três xícaras por dia) reduz os índices de depressão.
Aqui está um fato que tornou este estudo ainda mais interessante: os dados só foram significativos no caso das mulheres. Em relação aos homens, o consumo regular de café é muitas vezes associado a um aumento da ansiedade. No entanto, no gênero feminino, o impacto para a saúde emocional é muito positivo.
A razão para essa diferença está no próprio ritual construído em torno do café. As mulheres, em média, tendem a ser mais propensas a se reunir em uma cafeteria, a fazer um desejado e merecido descanso com uma xícara de café enquanto estão juntas, facilitando a descarga emocional. As xícaras sobre a mesa são apenas desculpas para manter essa comunicação empática tão benéfica, que permite relativizar os problemas, curar tristezas, medos, preocupações, etc.
A vida e suas pressões são subitamente contidas por um muro invisível, que as separa dessa mesa em que há um grupo reduzido de mulheres criando um refúgio fabuloso de intimidade. O café atua como estimulante da nossa química cerebral, de forma que serve como uma torneira de passagem para determinados neurotransmissores, como a serotonina ou a dopamina. No entanto, somos nós que, impulsionados pelo seu efeito, lhe atribuímos o seu verdadeiro valor terapêutico e curador.
Um café com quem você ama
“Vem, vamos tomar um café e conversar”. Essa frase tão habitual em nossas vidas significa muito mais do que um simples encontro ou tomar essa bebida que alguém no passado descreveu como “diabólica”. Tomar um café tem um motivo e uma finalidade, e não é nada mais do que reforçar os vínculos com as pessoas que são importantes para nós.
“O café cheira a céu moído na hora.”
Se pensarmos bem, o complexo ruído de nossas sociedades, marcadas pelas prisões, pressões e objetivos a cumprir, nos deixam pouco espaço para tomar consciência do aqui e agora. Na maior parte do tempo nos limitamos a realizar atividades que poderíamos definir como “manutenção”: vestir-se, comer, dirigir, pegar o ônibus, esperar nas filas, trabalhar, voltar para casa…
Tomar um café com alguém é uma forma sensacional de romper esse fluxo neutro e asséptico da vida. Significa abraçarmos com força o presente para desfrutarmos de um momento significativo, curador e energético. Porque compartilhar bons momentos, mesmo que sejam breves, é um modo sensacional de desfrutar do presente e de dar sentido a ele.
O café é melhor em companhia
Para convencê-lo sobre os extraordinários benefícios de tomar um café em uma boa companhia, propomos que você reflita por uns instantes sobre essas simples ideias.
•Tomar café estimula a produção de endorfinas. Desta forma, favorecemos ainda mais essa conexão emocional com as pessoas que são queridas para nós, criando um círculo de bem-estar que retroalimenta o nosso equilíbrio mental.
•Compartilhar bons momentos do dia a dia junto com uma xícara de café nos permite investir na reserva cognitiva que irá garantir a boa saúde do nosso cérebro.
•Em momentos de dificuldade, de angústia vital ou de estresse, antes de nos fecharmos para tomar um banho ou para ficar no quarto para chorar em silêncio, faça isso: chame alguém para tomar um café, prepare uma xícara bem quente e converse, fale em voz alta essas preocupações para buscar consolo com essa pessoa que sempre sabe escutá-lo como você merece.
Os especialistas indicam que podemos tomar até três xícaras durante o dia. Seria ótimo que compartilhássemos de forma regular uma dessas xícaras com bons amigos; com aqueles amigos de verdade que dissolvem as penas do nosso ser com o açúcar de seu coração e nos ajudam a ver novas perspectivas na superfície morna, mas sempre reveladora, de um café."

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Filme da Semana do Mulher Sim Senhora!

O romance gastronômico "Paris Pode Esperar", tem a direção de Eleanor Coppola (esposa de Francis Ford Coppola, diretor da clássica trilogia "O Poderoso Chefão"), mais uma da família a brilhar no cinema. Filme leve, mostra uma viagem de Cannes para Paris de carro, com belas incursões pelo sul da França, mostrando aldeias, monumentos, paisagens e a culinária francesa com muitos queijos e vinhos (delicia), tendo como trilha sonora um bom jazz. Gostei e para o mulherio suspirar mais só precisava o personagem Jacques que explica a origem de tudo, montar um cavalo branco!


Elenco: Diane Lane; Arnaud Viard e Alec Baldwin entre outros.

Enredo: Anne é uma fotógrafa amadora que é casada com um badalado produtor de cinema. Ela sonha em seguir sua viagem até Paris, onde o casal passaria um tempo de férias. ... Lane está bem, lembra um pouco Sob o Sol da Toscana, mas com um roteiro bem mais problemático.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Sintomas da doença de Alzheimer

Os sintomas da doença de Alzheimer são semelhantes aos de outras formas de demência, com estágios precoces, intermediários e tardios ( Demência : Sintomas). Eles incluem perda de memória, alterações de personalidade, problemas ao utilizar a linguagem e fazer tarefas diárias, a desorientação e o comportamento disruptivo. Os sintomas se desenvolvem gradualmente, de modo que por algum tempo muitas pessoas continuam desfrutando muito do que costumavam desfrutar antes de desenvolver a doença de Alzheimer.
Os sintomas geralmente começam de forma sutil. As pessoas cuja doença se desenvolve enquanto ainda estão empregadas podem não desenvolver seus trabalhos tão bem como antes. Em pessoas aposentadas e não muito ativas, as alterações podem não ser tão perceptíveis.
O primeiro e mais visível sintoma pode ser o esquecimento de acontecimentos recentes, pois é difícil a formação de novas memórias. No entanto, a doença por vezes se inicia com alterações de personalidade. As pessoas podem ficar emocionalmente insensíveis, deprimidas, com muito medo ou ansiedade.
No início da doença as pessoas têm uma capacidade reduzida de usar o bom senso e pensar de forma abstrata. Os padrões da fala podem mudar um pouco. As pessoas podem utilizar palavras mais simples, uma palavra geral ou muitas palavras, em vez de uma palavra específica ou utilizar palavras de forma incorreta. Podem não ser capazes de encontrar a palavra certa.
As pessoas com a doença de Alzheimer têm dificuldade de interpretar sinais visuais e de áudio. Assim, podem ficar desorientadas e confusas. Essa desorientação pode fazer com que seja difícil a condução de um carro. Podem se perder no seu caminho para a loja. As pessoas podem ser capazes de interagir socialmente, mas podem se comportar de forma estranha. Por exemplo, podem esquecer o nome de um visitante recente e suas emoções podem se alterar de forma imprevisível e rápida.
Frequentemente muitas pessoas com a doença de Alzheimer têm insônia. Podem ter problemas para adormecer ou manter o sono. Algumas pessoas ficam confusas sobre o dia e a noite.
Em algum momento, em muitas pessoas com doença de Alzheimer, ocorre o desenvolvimento de psicose (alucinações, delírios ou paranoia).
Conforme a doença de Alzheimer progride, as pessoas têm dificuldade de lembrar de acontecimentos passados. Podem precisar de ajuda com a alimentação, para se vestir, tomar banho e ir ao banheiro. É comum o comportamento perturbador ou inapropriado, como ato errante, agitação, irritabilidade, hostilidade e agressão física. Todos os sentidos de tempo e lugar são perdidos: As pessoas com a doença de Alzheimer podem até se perder em seu caminho para o banheiro em casa. Sua confusão crescente as coloca em risco de queda.
Por fim, as pessoas com a doença de Alzheimer não podem andar ou cuidar de suas necessidades pessoais. Podem ficar incontinentes e incapazes de engolir, comer ou falar. Essas mudanças as colocam em risco de desnutrição, pneumonia e lesão por pressão (úlceras de decúbito). A memória é completamente perdida. Em última análise, resulta em coma e morte, muitas vezes devido a infecções.
A progressão é imprevisível. As pessoas vivem, em média, cerca de 7 anos após o diagnóstico. A maioria das pessoas com a doença de Alzheimer que já não podem andar, não vivem mais que 6 meses. No entanto é muito variável o quanto as pessoas vivem.