terça-feira, 7 de maio de 2013

TEXTO MARAVILHOSO DEDICADO A TODAS AS MAMÃES E FUTURAS MAMÃES!

Nós estamos sentadas, almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em “começar uma família”.

— Nós estamos fazendo uma pesquisa — ela diz, meio de brincadeira.
— Você acha que eu deveria ter um bebê?

— Vai mudar a sua vida — eu digo, cuidadosamente, mantendo meu tom neutro.

— Eu sei — ela diz.
— Nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas…

Mas não foi nada disso que eu quis dizer.  Eu olho para a minha filha tentando decidir
o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso
de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar,
mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela
estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar:
“E se tivesse sido o MEU filho?”; que cada acidente de avião,
cada incêndio irá lhe assombrar; que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.

Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote; que um grito urgente de “Mãe!”
fará com que ela derrube
um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos investiu em sua carreira,
ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade.
Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia entrará numa importante reunião
de negócios e pensará no cheiro do seu bebê.
Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.

Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina;
que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino,
ao invés do feminino, no McDonald's, se tornará um enorme dilema;
que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando,
questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade
de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório,
se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que jamais se sentirá a mesma sobre si mesma;
que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho;
que ela a daria num segundo para salvar sua cria
— mas que também começará a desejar mais anos de vida,
não para realizar seus próprios sonhos,
mas para ver seus filhos realizarem os deles.
Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias,
se tornarão medalhas de honra.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar,
mas não da forma como ela pensa.
Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que
tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou
que nunca hesita em brincar com seu filho.
Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões
que hoje ela acharia nada românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá
com as mulheres que, através da história, tentaram acabar com as guerras,
o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender por que eu posso pensar racionalmente
sobre a maioria das coisas, mas que me torno temporariamente insana quando
discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro dos meus filhos.

Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho
aprender a andar de bicicleta.

Quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio
de um cachorro ou gato pela primeira vez.
Quero que ela prove a alegria que, de tão real, chega a doer.

O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.

— Você jamais se arrependerá — digo finalmente.
Então estico minha mão sobre a mesa, aperto-lhe a mão e
faço uma prece silenciosa por ela e por mim e
por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho
esse que é o mais maravilhoso dos chamados;
esse presente abençoado de Deus, que é ser mãe.

(Autor Desconhecido)
TEXTO MARAVILHOSO DEDICADO A TODAS AS MAMÃES E FUTURAS MAMÃES!

Nós estamos sentadas, almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em “começar uma família”.

— Nós estamos fazendo uma pesquisa — ela diz, meio de brincadeira. — Você acha que eu deveria ter um bebê?

— Vai mudar a sua vida — eu digo, cuidadosamente, mantendo meu tom neutro.

— Eu sei — ela diz. — Nada de dormir até tarde n
os finais de semana, nada de férias espontâneas…

Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: “E se tivesse sido o MEU filho?”; que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar; que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.

Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote; que um grito urgente de “Mãe!” fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.

Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina; que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino, ao invés do feminino, no McDonald's, se tornará um enorme dilema; que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que jamais se sentirá a mesma sobre si mesma; que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho; que ela a daria num segundo para salvar sua cria — mas que também começará a desejar mais anos de vida, não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.

Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias, se tornarão medalhas de honra.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que, através da história, tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender por que eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que me torno temporariamente insana quando discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro dos meus filhos.

Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.

Quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Quero que ela prove a alegria que, de tão real, chega a doer.

O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.

— Você jamais se arrependerá — digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto-lhe a mão e faço uma prece silenciosa por ela e por mim e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho esse que é o mais maravilhoso dos chamados; esse presente abençoado de Deus, que é ser mãe.

Autor Desconhecido
(Pensando em minha filha Paloma Aime Ferreira)

segunda-feira, 6 de maio de 2013

BAND-AIDS QUE É LUXO SÓ!

Conheça os curativos que a marca "Brandages" lançou, inspirados nas grifes como Chanel, Louis Vuitton, Gucci, Fendi e Burberry. Pacote com 12 band-aids custa US$ 4,99 e é vendido no site da marca, que entrega no Brasil.
 
 
(BY PALOMA AIME FERREIRA)

domingo, 5 de maio de 2013

Pink Gin

Inventado pela Marinha Real Britânica, como remédio para ministrar aos embarcados. Logo virou drinque para qualquer paciente. Em 1966, sir Charles Chichester, o famoso navegador solitário inglês, velejou 107 dias de Plymouth, Inglaterra, até Sidney, Austrália. Só bebeu pink gin no trajeto. E, na volta, completou mais 119 dias com a mesma receita.
Ingredientes:
1 dose de gim
Angostura ou Orange Bitter
Gelo

Modo de preparo:
Gele o cocktail glass (copo de coquetel) e coloque uma colher dos amargos girando o copo para espalhar. Retire o excesso e acrescente o gim, gelado ou não, a gosto.

 
(by Paloma Aime Ferreira)

sábado, 4 de maio de 2013

DICA DE PRESENTE BY PALOMA AIMÉE FERREIRA

Que tal umas bonecas "miss lanvin" para decorar a casa? Desde 2007 a grife francesa Lanvin investe em arte. Os looks protagonistas do estilista Alber Elbaz são transformados em manequins em miniatura. A coleção Miss Lanvin é elaborada pelo artesão taiwanês Franz. As peças são feitas de porcelana chinesa, que é a especialidade do artista, e saem em edição limitada custando 250 euros cada uma.
(by Paloma Aimée Ferreira) 



 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

CD DO MÊS DO MULHER SIM SENHORA

Depois de um longo silêncio, dez anos, o setentão David Bowie lançou seu novo trabalho, "The Next Day". Inspirado nos álbuns Heroes, Ziggy Stardust  e outros da década de 70. Com misturas rítmicas de Bowie e  letras fortes, ele ultrapassa sua própria assinatura, é um sobrevivente do bom rock.  O cd traz grandes canções, como "Dancing Out In Space" e "How Does The Grass Grow". 
The Next Day (Deluxe Version), David Bowie

quinta-feira, 2 de maio de 2013

FILME DO MÊS DO MULHER SIM SENHORA

"A Hora mais Escura" é um bom filme de ação, direção de Kathryn Bigelow, roteiro de Mark Boal, com os atores: Joel Edgerton, Jessica Chastain, Chris Pratt, Jason Clarke, Mark Strong, Scott Adkins, Daniel Lapaine, Frank Grillo, Édgar Ramírez, Callan Mulvey, Harold Perrineau, Jennifer Ehle, Jessica Collins, Kyle Chandler, Mark Duplass, Shabana Azmi. Genêro: Suspense.
Enrêdo: Como pano de fundo estão os ataques terroristas sofridos pelos Estados Unidos em 11 de setembro de 2001, onde todos os esforços foram realizados na busca pelo líder da Al Qaeda, Osama bin Laden.
Mas, o filme não é sobre Bin Laden, é sobre Maya (Jessica Chastain), uma agente da CIA, suas motivações e sua conquista da vida, que está por trás dos principais esforços e participa da operação que levou os militares americanos a invadir o território paquistanês, capturar e matar Bin Laden.
Curiosidade: "Zero dark thirty"é um termo usado pelas forças armadas dos EUA para se referir a uma hora não especificada da madrugada em que o céu ainda está todo escuro.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

LIVRO DO MÊS DO MULHER SIM SENHORA

Gostei tanto desse livro, vez por outra o releio e tive um blog com esse título. "Minha querida Sputnik", do japonês Haruki Murakami é triste, e ficamos com a sensação de ausência no desenrolar da estória, mesmo quando o autor descreve as belas paisagens das ilhas gregas, a beleza das vinícolas ou os maravilhosos concertos europeus. Não empresto o livro por que as páginas estão cheias de post it com anotações pessoais de frases que me encantaram.
“Ali estava eu, em uma pequena ilha grega, partilhando uma refeição com uma bela mulher, mais velha, que eu conhecera no dia anterior. Essa mulher amava Sumire. Mas não sentia nenhum desejo sexual por ela. Sumire amava essa mulher e a desejava. Eu amava Sumire e sentia desejo sexual por ela. Sumire gostava de mim, mas não me amava, e não sentia nenhum desejo por mim. Eu sentia desejo sexual por uma mulher que permanecerá anônima. Mas não a amava. Era tudo tão complicado, como algo em uma peça existencial. Tudo acabava em um impasse, não restava nenhuma alternativa”.
 
(By Paloma Aimée Ferreira)