segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Febre Primavera/Verão: Vestidos com ou sem brilho deixando calcinha e soutien a mostra!

A calcinha e o soutien à mostra marcaram presença nos desfiles primavera-verão de 2022 da semana de moda de Londres, Paris e Nova York. Algumas grifes como Rejina Pyo e Khaite, mostraram roupas ousadas, e as celebridades investiram pesado no look.













terça-feira, 30 de novembro de 2021

(Diversidade é que é legal)

Um é feioso,
Outro é bonito
Um é certinho
Outro, esquisito

Um é magrelo
Outro é gordinho
Um é castanho
Outro é ruivinho

Um é tranquilo
Outro é nervoso
Um é birrento
Outro dengoso

Um é ligeiro
outro é mais lento
Um é branquelo
Outro sardento

Um é preguiçoso
Outro, animado
Um é falante
Outro é calado

Um é molenga
Outro forçudo
Um é gaiato
Outro é sisudo

Um é moroso
Outro esperto
Um é fechado
Outro é aberto

Um carrancudo
Outro, tristonho
Um divertido
Outro, enfadonho

Um é enfezado
Outro é pacato
Um é briguento
Outro é cordato

De pele clara
De pele escura
Um, fala branda
O outro, dura

Olho redondo
Olho puxado
Nariz pontudo
Ou arrebitado

Cabelo crespo
Cabelo liso
Dente de leite
Dente de siso

Um é menino
Outro é menina
(Pode ser grande
ou pequenina)

Um é bem jovem
Outro, de idade
Nada é defeito
Nem qualidade

Tudo é humano,
Bem diferente
Assim, assado
Todos são gente

Cada um na sua
E não faz mal
Di-ver-si-da-de
É que é legal

Vamos, venhamos
Isto é um fato:
Tudo igualzinho
Ai, como é chato!

(Tatiana Belinky)



segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Voltando aos poucos!

 Olá! 

Dei uma boa pausa e deixei de gerar conteúdo no blog por quase dois meses, por que só é bom  usar esse ambiente para acrescentar e construir pautas boas para nós, apesar desse espaço  ser  saudável e despretensioso, entrei numa roda viva com nova casa, crise existencial  e medo das mudanças que o novo trás, depois de muito refletir, resolvi que  tenho que ser aquela que “vai com medo mesmo”, sem muitas cobranças e tentando acreditar no próprio potencial. 

Um bom dia e obrigado por ler meu texto!





sábado, 27 de novembro de 2021

Dica de Presente by Paloma Aimée - Garrafão com torneira!

Amo servir sucos ou mesmo agua frutada para meus convidados em um “garrafão”. Tenho dois, um de vidro e outro em acrílico. Além de ter um jeito  nostálgico, todas as partes usadas são recicladas: o vidro e o metal da torneira, da base e do enfeite na tampa. A venda nas boas lojas do ramo. 

Link


domingo, 10 de outubro de 2021

Receita de Picanha na manteiga



Ingredientes:
1 kg de picanha
1 tablete de manteiga de leite
10 dentes de alho
1 (colher de chá) de pimenta calabresa
4 colheres (sopa) de sal grosso
1/2 kg mandioca

Modo de preparo:
Espalhe os dentes de alho na picanha inteira, tempere-a com sal grosso e coloque de forme amassada por cima da picanha a manteiga e leve para assar por 30 minutos.
Depois disso vire a picanha do outro lado regando-a com a manteiga e coloque as batatinhas.
Vire a picanha por mais duas vezes até que ela esteja bem frita na manteiga.

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

LEICA E OS JUDEUS

A Leica é a câmera pioneira de 35 mm. É um produto alemão - preciso, minimalista e totalmente eficiente.

Por trás de sua aceitação mundial como ferramenta criativa estava uma empresa familiar e de orientação social que, durante a era nazista, agiu com graça, generosidade e modéstia incomuns. E. Leitz Inc., designer e fabricante do produto fotográfico mais famoso da Alemanha, salvou seus judeus.
E Ernst Leitz II, o patriarca protestante de olhos de aço que chefiava a empresa de capital fechado enquanto o Holocausto se aproximava pela Europa, agiu de forma a ganhar o título de "o Schindler da indústria fotográfica".
Assim que Adolf Hitler foi nomeado chanceler da Alemanha em 1933, Ernst Leitz II começou a receber ligações frenéticas de associados judeus, pedindo sua ajuda para tirá-los e suas famílias do país. Como cristãos, Leitz e sua família eram imunes às leis de Nuremberg da Alemanha nazista, que restringiam o movimento de judeus e limitavam suas atividades profissionais.
Para ajudar seus trabalhadores e colegas judeus, Leitz discretamente estabeleceu o que ficou conhecido entre os historiadores do Holocausto como "o Trem da Liberdade Leica", um meio secreto de permitir que os judeus deixassem a Alemanha sob o disfarce de funcionários da Leitz designados para o exterior.
Funcionários, varejistas, parentes e até amigos de parentes foram "designados" para os escritórios de vendas da Leitz na França, Grã-Bretanha, Hong Kong e nos Estados Unidos. As atividades de Leitz se intensificaram após a Kristallnacht de novembro de 1938, durante a qual sinagogas e lojas judaicas foram queimadas em toda a Alemanha.
Em pouco tempo, os "funcionários" alemães estavam desembarcando do transatlântico Bremen em um píer de Nova York e se dirigindo ao escritório da Leitz Inc. em Manhattan, onde os executivos rapidamente encontraram para eles empregos na indústria fotográfica.
Cada recém-chegado trazia em seu pescoço o símbolo da liberdade - uma nova câmera Leica.
Os refugiados receberam um estipêndio até que pudessem encontrar trabalho. Dessa migração vieram designers, técnicos de reparo, vendedores, profissionais de marketing e redatores da imprensa fotográfica.
Mantendo a história em segredo O "Trem da Liberdade Leica" atingiu seu auge em 1938 e no início de 1939, levando grupos de refugiados a Nova York a cada poucas semanas. Então, com a invasão da Polônia em 1º de setembro de 1939, a Alemanha fechou suas fronteiras.
Naquela época, centenas de judeus ameaçados de extinção haviam escapado para a América, graças aos esforços dos Leitzes. Como Ernst Leitz II e sua equipe conseguiram se safar?
Leitz, Inc. era uma marca reconhecida internacionalmente que refletia
crédito no recém-ressurgido Reich. A empresa produziu câmeras, telêmetros e outros sistemas ópticos para os militares alemães. Além disso, o governo nazista precisava desesperadamente de moeda forte do exterior, e o maior mercado para produtos ópticos eram os Estados Unidos.
Mesmo assim, membros da família Leitz e da empresa sofreram por suas boas obras. Um alto executivo, Alfred Turk, foi preso por trabalhar para ajudar judeus e libertado somente após o pagamento de um grande suborno.
A filha de Leitz, Elsie Kuhn-Leitz, foi presa pela Gestapo depois de ser pega na fronteira, ajudando mulheres judias a cruzar para a Suíça. Ela acabou sendo libertada, mas suportou um tratamento duro durante o interrogatório. Ela também foi suspeita de tentar melhorar as condições de vida de 700 a 800 trabalhadoras escravas ucranianas, todas mulheres, que haviam sido designadas para trabalhar na fábrica durante os anos 1940.
(Após a guerra, Kuhn-Leitz recebeu inúmeras homenagens por seus esforços humanitários, entre eles o Officier d'honneur des Palms Academic da França em 1965 e a Medalha Aristide Briand da Academia Europeia nos anos 1970).
Por que ninguém contou essa história até agora? De acordo com o falecido Norman Lipton, escritor e editor freelance, a família Leitz não queria publicidade para seus esforços heróicos. Somente depois que o último membro da família Leitz morreu, o "Trem da Liberdade Leica" finalmente veio à luz.
Agora é o assunto de um livro, "The Greatest Invention of the Leitz
Família: The Leica Freedom Train ", de Frank Dabba Smith, um rabino nascido na Califórnia que atualmente mora na Inglaterra.
Obrigado por ler o texto acima e se você se sentir inclinado, como eu, a repassá-lo a outras pessoas, faça-o. Leva apenas alguns minutos.
As memórias dos justos devem viver.

(Guisheft News)



segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Intermezzo - António Gedeão

Hoje não posso ver ninguém:
sofro pela Humanidade.
Não é por ti.
Nem por ti.
Nem por ti.
Nem por ninguém.
É por alguém.
Alguém que não é ninguém
mas que é toda a Humanidade.