domingo, 12 de fevereiro de 2017

3 drinks tradicionais com whisky:

King Cole

Ingredientes:
2 doses de Whisky
1 fatia de Laranja
1 fatia de Abacaxi
1 colher (chá) de açúcar

Modo de preparo:
Coloque as frutas e o açúcar num copo tipo short drink. Depois, acrescente gelo e as doses de whisky, mexa bem e sirva.


Caipiwhisky maracujá

Ingredientes:
50 ml de whisky
Polpa de meio maracujá
1 Colher (sopa) de açucar
Gelo

Modo de preparo
Misture todos os ingredientes em um copo de drink e sirva.


Batida whisky

Ingredientes:
1 cálice de whisky
1 colher de chá de leite condensado
1 cálice pequeno de suco de caju

Modo de preparo:
Bata tudo e sirva com gelo picadinho.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Dica de Presnte by Paloma Aimée Ferreira!

Ideal para quem curte cozinhar, esse termômetro serve para carnes em geral e peixes também, nunca mais estes petiscos vão cozinhar demais ou de menos, vai tudo ficar no ponto certo.  Quando a carne estiver no ponto ideal, o dispositivo irá piscar como um semáforo. Verde significa bem passada, amarelo ao ponto e vermelho mal passada. É resistente ao calor até 900 graus. Valor: U$59,00.










http://www.droold.com/steak-thermometer-flashes-like-stoplight-perfect-temperature/

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Coisas de Aimée: Quero!

"Eu não quero um amante vulgar.
Eu quero um amante que venha como se fosse uma tempestade.
Quero noites sem dormir...
E infinitas conversas às 3 ou as 4 da manhã.
Eu quero paixão, quero a loucura.
Eu quero alguém que seja capaz de fazer o meu corpo todo tremer de longe e 
de perto também... 
Eu quero um amante que me puxa para  a vida e 
que faça aquecer todos os meus ossos."-


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Filme da Semana do Mulher Sim Senhora!

La La Land - Cantando Estações, é um musical dirigido e escrito por Damien Chazelle, com trilha sonora de Justin Hurwitz e foi considerado um dos melhores filmes de 2016. O título é uma referência à cidade na qual o filme é ambientado e ao termo "lalaland", que significa estar fora da realidade. O colorido da fotografia e do figurino dão uma ideia de que a história se passa nos anos 50/60, mas, os carros e celulares são do tempo presente. Fui cheia de expectativa pelas indicações e prêmios ganhos, no inicio do filme quase vou embora pelo marasmo, resolvi ficar, relaxei depois que "Mia" aparece e entrei no clima. Aviso: não faça comparação com o excelente musical "Moulin Rouge", apenas embarque no clima e saia do cinema dançando. 


Elenco: Ryan Gosling, Emma Stone, John Legend e Rosemarie DeWitt,Finn Wittrock e J.K. Simmons, entre outros.

Enredo: É a história de um músico e uma aspirante a atriz que se conhecem e se apaixonam em Los Angeles. 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

O AMOR NO COLO

A dor não pede compreensão, pede respeito. Não abandonar a cadeira, ficar sentado na posição em que ela é mais aguda. 

Vejo homens que não têm coragem de terminar o relacionamento. Que não esclarecem que acabou. Que deixam que os outros entendam o que desejam entender. Que preferem fugir do barraco e do abraço esmurrado. Saem de mansinho, explicando que é melhor assim: não falar nada, não explicar, acontece com todo mundo. 

Encostam a porta de sua casa (não trancam) e partem para outra vida. 

Não é melhor assim. Não tem como abafar os ruídos do choro. O corpo não é um travesseiro. Seca com os soluços. 

Não é melhor assim. Haverá gritos, disputa, danos. É como beber um remédio, sem empurrar a colher para longe ou moldar cara feia. É engolir o gosto ruim da boca, aguentar o desgosto da falta do beijo. 

Será idiota recitar Vinicius de Moraes: "que seja infinito enquanto dure". A despedida não é lugar para poesia. 

Haverá uma estranha compaixão pelo passado, a língua recolhendo as lágrimas, o rosto pelo avesso. Haverá sua mulher batendo em seu peito, perguntando: "Por que fez isso comigo?" 

Haverá a indignação como última esperança. 

Haverá a hesitação entre consolar e brigar, entre devolver o corte e amparar. 

Vejo homens que somente encontram força para seduzir uma mulher, não para se distanciar dela. 

Para iniciar uma história, não têm medo, não têm receio de falar. 

Para encerrar, são evasivos, oblíquos, falsos. Mandam mensageiros. 

Não recolhem seus pertences na hora. Voltarão um novo dia para buscar suas coisas. 

Não toleram resolver o desespero e datar as lembranças. Guardam a risada histérica para o domingo longe dali. 

Mas estar ali é o que o homem precisa. Não virar as costas. Fechar uma história é manter a dignidade de um rosto levantado, ouvindo o que não se quer escutar. Espantado com o que se tornou para aquela mulher que amava. Porque aquilo que ela diz também é verdade. Mesmo que seja desonesto. 

Desgraçadamente, há mais desertores do que homens no mundo. 

Deveriam olhar fora de si. Observar, por exemplo, a dor de uma mãe que perde seu filho no parto. 

O médico colocará o filho morto no colo materno. É cruel e - ao mesmo tempo - necessário. Para que compreenda que ele morreu. Para que ela o veja e desista de procurá-lo. Para que ela perceba que os nove meses não foram invenção, que a gestação não foi loucura. Que o pequeno realmente existiu, que as contrações realmente existiram, que ela tentou trazê-lo à tona. Que possa se afastar da promessa de uma vida, imaginar seu cheiro e batizar seu rosto por um instante. 

Descobrir a insuportável e delicada memória que teve um fim, não um final feliz. Ainda que a dor arrebente, ainda é melhor assim.

(Fabrício Carpinejar)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Que venham as listras!

Hoje, a roupa listrada faz parte do guarda-roupa da mulher contemporânea e, 
quando usa uma roupa listrada, elegância é a palavra de ordem!