quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Filme da Semana do Mulher Sim Senhora!

A comédia romântica "O Bebê de Bridget Jones" (Bridget Jones’s Baby) é dirigido por Sharon Maguire (a mesma que dirigiu O diário de Bridget Jones), baseado na heroína da criadora Helen Fielding, trilha sonora repleta de ícones pop, como Ed Sheeran – que faz uma participação no filme – e Lily Allen. 
Bridget continua atrapalhada e carismática, papel perfeito vivido pela ótima Renée Zellweger, a médica vivida por Emma Thompson (que colabora também com o roteiro) é hilária, enfim, foi como se estivéssemos voltado no tempo quando assistimos "O Diário de Bridget Jones" (2001), e "Bridget Jones: No Limite da Razão" (2004). parecia que estávamos tendo um daqueles nossos encontros.  Sai da sala de cinema cheia de nostalgia. Vale a pena ver!


Elenco: Renée Zellweger; Colin Firth; Patrick Dempsey e Emma Thompson, entre outros.

Enredo: Estável no emprego como produtora de TV, Bridget Jones (Renée Zellweger) continua solteira. Depois de aceitar o convite de uma amiga do trabalho para ir a um festival de música pop, lá ela acaba dormindo com o desconhecido e sedutor Jack Qwant (Patrick Dempsey). Mas ela não é mais a mesma neurótica e nem se preocupa com o paradeiro do moço. Pouco depois, em um batizado, ela reencontra Mark (Colin Firth), seu amor do passado. E eles acabam dormindo juntos. Algumas semanas se passam, e Bridget se encontra grávida. E, sem ter certeza de quem é o pai da criança, adia a “revelação”, enquanto ambos acreditam ser o verdadeiro pai do bebê.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Por que as pessoas inteligentes não se apaixonam facilmente

Se há algo difícil de ser explicado, é o amor. O texto propõe a você uma reflexão muito interessante que pode fazer com que as coisas sejam vistas a partir de uma perspectiva diferente.
Afinal, por que as pessoas com inteligência acima da média muitas vezes têm dificuldade para encontrar a pessoa certa?

1. Analisam os sentimentos, tanto os seus quanto os do outro

Pessoas inteligentes sabem juntar informações e tirar conclusões. E esta habilidade traz algo que não é tão positivo, pois gente assim é mais propensa a ’fugir’ dos relacionamentos assim que surgem os primeiros sinais de problemas. Mal-entendidos e discussões? Não somos feitos um para o outro. E adeus.

2. Precisam de mais tempo para se abrir

O cérebro está sempre trabalhando a todo vapor, trazendo à tona todos os detalhes e motivos possíveis que poderiam colocar tudo a perder. O resultado disso é que as pessoas inteligentes têm dificuldade para se abrir com os outros, pois têm a consciência de que todo relacionamento é um risco. Por isso, frequentemente são vistas como frias e reservadas, ainda que não o sejam na realidade.

3. Confiam nas experiências anteriores

Outra armadilha que prende as pessoas inteligentes. Nem tudo que destruiu relacionamentos anteriores vai necessariamente acabar com sua relação atual. Porém, tal verdade pode ser difícil de ser enxergada. Elas sempre lembram das experiências de separações dolorosas do passado e as projetam para quem está ao seu lado no momento.

4. A solidão é uma escolha consciente

Sim, é verdade. As pessoas inteligentes percebem que é melhor estar só do que ’mal acompanhado’. É uma escolha bem pensada e totalmente consciente. Na maioria dos casos, essas pessoas não ficam sozinhas por conta das circunstâncias, mas porque gostam de si mesmas e se sentem muito bem sozinhas.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Eu nunca quis um MARIDO....

Eu nunca fiz questão de festa de casamento, de vestido de noiva e de um anel caríssimo de brilhantes. Não é isso que faz a minha cabeça. Eu não preciso de um papel assinado para provar que sou sua mulher, faz-me sentir que sou a tua mulher, faz-me tua! E eu serei, sempre.

Tu podes colocar uma aliança de bambu no meu dedo, desde que seja com VERDADE, que ela não seja somente para mostrar o nosso compromisso ao mundo, que eu ficarei feliz se ela não tiver ouro mas tiver AMOR. E se tu a usares com felicidade e não por mera formalidade.

Eu tampouco quero exigir-te fidelidade pois creio que fidelidade e amor ninguém obriga nem agradece; Quando existe um destes sentimentos muito forte, o outro complementa espontaneamente, sem obrigações, sem cobranças. A lealdade é fruto desta união e é isso que me interessa.

Eu dispenso a festa, se for para mostrar aos nossos amigos como estou feliz, quem me conhece não precisa disso e quem não me conhece não me importa… os meus amigos sabem que eu encontrei o amor, só pelo brilho nos meus olhos; Nunca quis um marido para a cerimônia, sempre quis um companheiro que fizesse da nossa rotina uma grande alegria e da nossa cama uma festa. Não me dês presentes caros, dá-me sorrisos!

Eu nunca quis um MARIDO para me acompanhar nos rituais natalícios e reuniões de família, sem a menor vontade, só porque PRECISA estar ali; Eu sempre quis um parceiro, que mesmo no final do campeonato de futebol, com a sua equipa em campo me dissesse “Vamos! Eu assisto ao jogo com os teus primos – adversários!”. Percebes a diferença? Parceria pode ser absolutamente oposta ao casamento, mesmo que não devesse nunca ser assim. Eu nunca quis passar o ano todo planeando um roteiro para os 7 dias corridos de férias no final do ano, porque eu não preciso passar o ano novo em Cancun, eu sempre quis um companheiro que me fosse pegar mais cedo no trabalho numa quinta-feira e que subíssemos a serra para passarmos 24 horas juntos…

Eu nunca quis um MARIDO que levasse a minha família para jantar no meu aniversário e me desse uma bolsa qualquer de presente, porque isso é o correto a se fazer; Eu quero um companheiro que me deixe um bombom debaixo do travesseiro para quando eu chegar… que ligue para a minha família e diga “Venham aqui para casa!”, que não me faça declarações com um helicóptero mas que me diga, todos os dias, baixinho ao pé do ouvido, o quanto eu sou importante.

Eu não quero um marido para posar comigo nas fotos, para me levar nos eventos da firma; Eu quero um companheiro para produzirmos boas lembranças, para ser, um dia, aquela foto que dá saudade, de um momento rotineiro na varanda… um companheiro para depois do evento da firma perguntar “E agora, vamos esticar-nos aonde?”.

Eu não quero um marido que só fique à minha espera na sala do pronto socorro, eu sempre quis um companheiro que me fizesse um chá quando eu estivesse com gripe. Isso é cuidado, zelo, e casamento, infelizmente, às vezes é outra coisa. Portanto, não te cases comigo apenas, mais do que isso: VIVE ao meu lado.

Eu não quero um marido para cumprir os protocolos; Eu quero um companheiro, para quebrarmos todos eles!

Eu não quero um marido para envelhecer comigo; Eu quero um COMPANHEIRO que me ajude a manter o meu espírito sempre jovem. Um companheiro que envelheça junto comigo e que ria dos meus cabelos brancos…

Eu nunca quis um marido para ter que fazer sexo 3 vezes por semana, eu sempre quis um companheiro que me levasse para a cama quando eu adormecesse no sofá.

Eu nunca quis um marido só para brindar; Eu sempre quis um companheiro para abrir uma garrafa quando o dia tiver sido péssimo.

Eu nunca quis um marido para procriar. Para revezar as trocas de fraldas noturnas. Eu sempre quis um companheiro que entendesse o meu cansaço e que me oferecesse o ombro para descansar.
Não precisas fazer massagens tântricas nos meus pés, apenas deixa-me esticar as pernas por cima das tuas…

Eu nunca quis um MA-RI-DO para pagar todas as minhas contas. Eu sempre quis um companheiro para crescermos juntos. Nunca quis um marido que me levasse para conhecer o mundo, apenas quis um companheiro para conquistarmos o mundo, para construirmos um mundo nosso. Para nos bastarmos num dia chuvoso. Para sermos felizes a comer macarrão com ovo! Para rirmos quando o dinheiro apertar… e para querer dividir não só o carro e a conta bancária, mas a alma, a vida e os medos quando a noite chegar; Os abraços, o céu, as estrelas, no nosso espaço e por todas as galáxias… que me deixe ser o astro no seu sistema solar!

Mas não precisa ser eterno. Eu só quero que seja verdadeiro enquanto durar. E que esse durar, seja leve, enquanto eu respirar.

(Bruna Stamato)

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Roupa Intima

Amo roupas intimas, compro sempre já que a lingerie passou por uma evolução maravilhosa,  se antes era considerada uma peça utilitária, hoje carrega ares sensuais e ainda conta com um destino certo: seduzir o parceiro! 









domingo, 9 de outubro de 2016

"Mojito"

Ingredientes
50 ml Rum
1/2 Suco de limão
1 ramo grande de hortelã
1 colher Açúcar
Água com gás
Rodelas de limão
Gelo


Modo de preparo
1. Coloque metade do hortelã em um copo e com a ajuda de um socador, macere rapidamente com o açúcar.
2. Junte o suco de limão e o rum, misture bem com uma colher de cabo longo.
3. Em dois copos coloque umas rodelas de limão, o restante das folhas de hortelã e bastante gelo.
4. Coloque a mistura de rum dividindo metade para cada copo e misture bem com uma colher de cabo longo.
5. Complete o copo com agua com gás e sirva imediatamente.

sábado, 8 de outubro de 2016

Dica de Presente by Paloma Aimée Ferreira!

Amo cães e se és como eu que além de tê-los em casa, também ama dar passeios com os amigos de quatro patas, precisa conhecer o. "AutoDogMug", a garrafinha para manter essas crianças hidratadas. Parecida com aquelas garrafas que se usa em academias, mas, com algumas diferenças. A parte de cima tem o formato de uma tigelinha e ao apertar o corpo da garrafa ela se encha d’água. Depois que o cão beber, basta soltar para que a tigelinha se esvazie e água escoe de volta para a garrafa. Cabe no porta-copo do carro, tem uma tira para prender a mochilas e cintos, evita água derramada e desperdício. Criada pela empresa californiana "Highwave", que inventou a primeira caneca para viagens. Valor: U$ 20,00.



http://www.highwave.com/auto-dog-mug-s/1832.htm



sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Coisas de Aimée: O melhor de nós!

Sempre que olho algumas imagens inesquecíveis,
quero me transportar para dentro dela. 
Deixo minha imaginação fluir, quero fazer parte do contexto da tela, 
da foto ou do quadro.
Me teletransporto para a época, 
para as imagens que podem se transformar em lembranças no futuro,
quem sabe em momentos...
Você estaria comigo? Viveria comigo? O que estaríamos fazendo?
Deixemos os questionamentos de lado e vamos ficar aqui no presente,
 convivendo apenas com o que é melhor de nós.