sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Coisas de Aimée: O melhor de nós!

Sempre que olho algumas imagens inesquecíveis,
quero me transportar para dentro dela. 
Deixo minha imaginação fluir, quero fazer parte do contexto da tela, 
da foto ou do quadro.
Me teletransporto para a época, 
para as imagens que podem se transformar em lembranças no futuro,
quem sabe em momentos...
Você estaria comigo? Viveria comigo? O que estaríamos fazendo?
Deixemos os questionamentos de lado e vamos ficar aqui no presente,
 convivendo apenas com o que é melhor de nós.




quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Filme da Semana do Mulher Sim Senhora!

Desta vez, quase dez anos depois de O Ultimato Bourne (2007), Matt Damon volta ao papel no filme  “Jason Bourne, direção e roteiro de Paul Greengrass (diretor também do Ultimato A Supremacia). Desta vez, ele se lembra de “tudo” – e a apresentação do filme recupera imagens dos longas anteriores que servem à compreensão dos desavisados de plantão. Gostei do filme, apesar de termos a sensação de já ter visto tudo antes, tem cenas de tirar o folego, como a sequência de ação nas ruas na hora dos protestos. Se preparem para em breve assistir mais Bourne nas telas.




Elenco: Matt Damon, Julia Stiles, Vincent Cassel, Tommy Lee Jones, Alicia Vikander e mais.



Enredo: Fora do radar como lutator de rua, Jason Bourne (Matt Damon) é surpreendido por Nicky Parsons (Julia Stiles), que o procura oferecendo novas informações sobre seu passado. Inicialmente resistente, ele acaba voltando aos Estados Unidos para continuar a investigação e entra na mira do ex-chefe Robert Dewey (Tommy Lee Jones), que teme mais um vazamento de dados. Dentro na CIA, no entanto, a novata Heather Lee (Alicia Vikander) acredita que tentar recrutar Bourne para a agência seja a melhor solução.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

A arte de Anna Gillespie

A Escultora Anna Gillespie nasceu em Londres (1964), estudou na Universidade de Oxford (Filosofia, Política e Economia) e na Escola de Economia de Londres (Relações Internacionais). Suas esculturas são feitas de materiais diversos como a fita adesiva, bronze, tecido, barro e gesso.
As esculturas de Anna Gillespie expressa as complexas emoções humanas.
Em 1992 viajou para a Itália para estudar com o mestre e escultor Nigel Konstam. 
Em 1998, ela tirou mestrado em Artes e Artes Mídia em Cheltenham. 
Anna trabalha e vive atualmente em Bath.












terça-feira, 4 de outubro de 2016

A triste geração que tudo idealiza e nada realiza

Demorei sete anos (desde que saí da casa dos meus pais) para ler o saquinho do arroz que diz quanto tempo ele deve ficar na panela. Comi muito arroz duro fingindo estar “al dente”, muito arroz empapado dizendo que “foi de propósito”. Na minha panela esteve por todos esses anos a prova de que somos uma geração que compartilha sem ler, defende sem conhecer, idolatra sem porquê. Sou da geração que sabe o que fazer, mas erra por preguiça de ler o manual de instruções ou simplesmente não faz.
Sabemos como tornar o mundo mais justo, o planeta mais sustentável, as mulheres mais representativas, o corpo mais saudável. Fazemos cada vez menos política na vida (e mais no Facebook), lotamos a internet de selfies em academias e esquecemos de comentar que na última festa todos os nossos amigos tomaram bala para curtir mais a noite. Ao contrário do que defendemos compartilhando o post da cerveja artesanal do momento, bebemos mais e bebemos pior.
Entendemos que as BICICLETAS podem salvar o mundo da poluição e a nossa rotina do estresse. Mas vamos de carro ao trabalho porque sua, porque chove, porque sim. Vimos todos os vídeos que mostram que os fast-foods acabam com a nossa saúde – dizem até que tem minhoca na receita de uns. E mesmo assim lotamos as filas do drive-thru porque temos preguiça de ir até a esquina comprar pão. Somos a geração que tem preguiça até de tirar a margarina da geladeira.
Preferimos escrever no computador, mesmo com a letra que lembra a velha Olivetti, porque aqui é fácil de apagar. Somos uma geração que erra sem medo porque conta com a tecla apagar, com o botão excluir. Postar é tão fácil (e apagar também) que opinamos sobre tudo sem o peso de gastar papel, borracha, tinta ou credibilidade.
Somos aqueles que acham que empreender é simples, que todo mundo pode viver do que ama fazer. Acreditamos que o sucesso é fruto das ideias, não do suor. Somos craques em planejamento Canvas e medíocres em perder uma noite de sono trabalhando para realizar.
Acreditamos piamente na co-criação, no crowdfunding e no CouchSurfing. Sabemos que existe gente bem intencionada querendo nos ajudar a crescer no mundo todo, mas ignoramos os conselhos dos nossos pais, fechamos a janela do carro na cara do mendigo e nunca oferecemos o nosso sofá que compramos pela internet para os filhos dos nossos amigos pularem.
Nos dedicamos a escrever declarações de amor públicas para amigos no seu aniversário que nem lembraríamos não fosse o aviso da rede social. Não nos ligamos mais, não nos vemos mais, não nos abraçamos mais. Não conhecemos mais a casa um do outro, o colo um do outro, temos vergonha de chorar.
Somos a geração que se mostra feliz no Instagram e soma pageviews em sites sobre as frustrações e expectativas de não saber lidar com o tempo, de não ter certeza sobre nada. Somos aqueles que escondem os aplicativos de meditação numa pasta do celular porque o chefe quer mesmo é saber de produtividade.
Sou de uma geração cheia de ideais e de ideias que vai deixar para o mundo o plano perfeito de como ele deve funcionar. Mas não vai ter feito muita coisa porque estava com fome e não sabia como fazer arroz.
(Marina Melz)

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Metalizado!


Amo o brilho do sol por isso mesmo amo os metalizados, tendencia agora em 2016 vindo do verão do ano que passou e é claro que mexe com meu coração cheio de luz e tenho certeza que vai me deixar mais iluminada. Sem medos e dando vida ao look, apenas tendo alguns cuidados, já que o metálico remete ao futurismo e ninguém quer parecer saído de um filme sob a direção de Robert Zemeckis.













domingo, 2 de outubro de 2016

FROZEN CONGELANTE

Ingredientes:
2 latas de Skol beats senses
1 caixa de leite condensado
1 limão galego

PREPARO:
BATE NO LIQUIDIFICADOR E BORA BEBER.


sábado, 1 de outubro de 2016

Dica de Presente by Paloma Aimée Ferreira!

Odeio amarrar meus tênis, então, quando descobri esta engenhosa ideia, fiquei encantada! Chama-se "Zubits" os fechos magnéticos para os cadarços e garantem um “abre e fecha” perfeito na hora de calçar e descalçar calçados. Eles foram criados há algum tempo e agora estão aprimorados e funcionais. Ficam firmes mesmo em condições de alto impacto, serve para a família inteira: dos pequenos que ainda sofrem na hora de amarrar os tênis até corredores que não podem ter os cadarços soltos no meio de uma corrida. Cada par de Zubits é vendido em 3 tamanhos e custam U$ 19,99, 20,99 e 21,99. 







https://zubits.com/